Criminosos tentam matar policial penal e morrem após troca de tiros

Por Juliano Carlos 29/07/2020 - 00:00 hs
Foto: Juliano Carlos
Criminosos tentam matar policial penal e morrem após troca de tiros
Bandidos tentaram matar vítima no estabelecimento da família e morreram após tiroteio

Dois criminosos tentaram matar um policial penal que estava em um estabelecimento comercial da família e morreram após perseguição e troca de tiros.  Outro suspeito de participação no crime está sendo procurado pela polícia. 

A ocorrência foi registrada em uma pizzaria na avenida Neusa Barsanulfo Arantes, no bairro Elza Amuí, onde segundo informações da Polícia Militar, um policial Penal de 38 anos estava no estabelecimento comercial da família. Ele estava na cozinha manuseando aparelho celular quando dois bandidos chegaram no local. As câmeras de segurança flagraram os acusados sacando uma arma de fogo se aproximando da vítima, e um deles apontou o revólver para a vítima e realizou o disparo, mas a arma falhou e o policial penal reagiu, sacando uma pistola e atirou contra os bandidos que fugiram correndo. Eles foram perseguidos, houve troca de tiros e dois acusados foram alvejados e ficaram feridos na rua Osvaldo Lourenço. 

Viaturas resgate e salvamento do Corpo de Bombeiros juntamente com uma ambulância de Unidade Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram ao local e durante os atendimentos constataram que os acusados de 22 e 25 anos morreram na hora. O local foi isolado pela Polícia Militar e o perito criminal Mauro Teixeira Barbosa da perícia técnica da Polícia Civil foi ao local, realizou os trabalhos técnicos e recolheu vários estojos e cartuchos de armas de fogo deflagrados. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) em Uberaba, onde passaram por necropsia e na manhã de ontem foi liberado para as famílias realizarem velório e sepultamento. Ainda segundo informações da Polícia Militar, um terceiro envolvido na ação criminosa fugiu do local está sendo procurado por policiais civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que investigam o caso.